Diante de repercussão negativa, Senado deve frear rito expresso da PEC da Imunidade

Arthur Lira apoia proposta que aumenta imunidade dos parlamentares; Camarotti comenta Senadores ouvidos pelo Blog na manhã desta sexta-feira (26) disseram que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que muda as regras da imunidade parlamentar não terá um rito expresso de tramitação na casa legislativa como aconteceu na Câmara dos Deputados. A avaliação consensual é a de que isso trouxe grande desgaste ao Legislativo como um todo, principalmente, no momento de agravamento da pandemia do coronavírus no Brasil, com necessidade de agilizar a chegada de vacinas e da concessão de um novo auxílio emergencial. Nessa linha, o próprio presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), sinalizou nesta quinta-feira (25) que a PEC não é prioridade. Senadores reforçam também que a proposta terá que passar por uma tramitação normal, inclusive, com análise pela Comissão de Constituição e Justiça, o que não aconteceu na Câmara. A Câmara dos Deputados tenta votar a PEC nesta sexta-feira (26). Na prática, a proposta pode dificultar a prisão de parlamentares em alguns casos, por isso, vem sendo chamada por críticos do texto de "PEC da Impunidade". Após forte reação externa, a PEC sofreu alteração no texto, inclusive, o ponto que enfraquecia a Lei da Ficha Limpa. Isso fez com que alguns partidos recuassem publicamente da proposta. VÍDEOS: comentários de Gerson Camarotti A

Diante de repercussão negativa, Senado deve frear rito expresso da PEC da Imunidade
Arthur Lira apoia proposta que aumenta imunidade dos parlamentares; Camarotti comenta Senadores ouvidos pelo Blog na manhã desta sexta-feira (26) disseram que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que muda as regras da imunidade parlamentar não terá um rito expresso de tramitação na casa legislativa como aconteceu na Câmara dos Deputados. A avaliação consensual é a de que isso trouxe grande desgaste ao Legislativo como um todo, principalmente, no momento de agravamento da pandemia do coronavírus no Brasil, com necessidade de agilizar a chegada de vacinas e da concessão de um novo auxílio emergencial. Nessa linha, o próprio presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), sinalizou nesta quinta-feira (25) que a PEC não é prioridade. Senadores reforçam também que a proposta terá que passar por uma tramitação normal, inclusive, com análise pela Comissão de Constituição e Justiça, o que não aconteceu na Câmara. A Câmara dos Deputados tenta votar a PEC nesta sexta-feira (26). Na prática, a proposta pode dificultar a prisão de parlamentares em alguns casos, por isso, vem sendo chamada por críticos do texto de "PEC da Impunidade". Após forte reação externa, a PEC sofreu alteração no texto, inclusive, o ponto que enfraquecia a Lei da Ficha Limpa. Isso fez com que alguns partidos recuassem publicamente da proposta. VÍDEOS: comentários de Gerson Camarotti A