Taiwan diz que lutará até o fim se China atacar

A Força Aérea da China faz incursões quase diárias na zona de identificação de defesa aérea taiwanesa. Os taiwaneses afirmaram que os EUA consideram que há risco de pressão militar chinesa. Porta-aviões da China em imagem feita pelo Ministério de Defesa do Japão, em 4 de abril de 2021 Divulgação/Ministério de Defesa do Japão/Via Reuters Taiwan lutará até o fim se a China atacar a ilha, disse seu ministro das Relações Exteriores nesta quarta-feira (7), acrescentando que os Estados Unidos veem o perigo de isto acontecer em meio à pressão militar crescente dos chineses perto da ilha, o que inclui manobras de porta-aviões. Reivindicada por Pequim, Taiwan se queixa de atividades militares chinesas frequentes nos últimos meses – a Força Aérea da China faz incursões quase diárias na zona de identificação de defesa aérea taiwanesa. Na segunda-feira, a China disse que um grupo de porta-aviões estava se exercitando perto da ilha. Veja uma reportagem de 2019 sobre os desentendimentos entre China e EUA por causa de Taiwan. China pede que EUA não interfiram em relações com Taiwan "Com base no meu entendimento limitado dos tomadores de decisão americanos que acompanham os desdobramentos nesta região, eles veem claramente o perigo da possibilidade de a China lançar um ataque contra Taiwan", disse Joseph Wu aos repórteres na chancelaria. "Estamos dispostos a nos defender sem quaisquer dúvidas, e travaremos a guerra se precisarmos travar a guerra. E se precisarmos nos defender até o último dos dias, nós nos defenderemos até o último dos dias." Washington, o apoiador internacional e fornecedor de armas mais importante de Taiwan, vem impelindo Taipé a modernizar seus militares para que possa se tornar um "porco-espinho", difícil para a China atacar. Wu disse que seu país está determinado a aprimorar suas capacidades militares e gastar mais com a defesa. O Ministério da Defesa de Taiwan disse em um evento que realizará oito dias de jogos de guerra baseados na simulação de um ataque chinês com auxílio de computadores neste mês. Veja os vídeos mais assistidos do G1

Taiwan diz que lutará até o fim se China atacar

A Força Aérea da China faz incursões quase diárias na zona de identificação de defesa aérea taiwanesa. Os taiwaneses afirmaram que os EUA consideram que há risco de pressão militar chinesa. Porta-aviões da China em imagem feita pelo Ministério de Defesa do Japão, em 4 de abril de 2021 Divulgação/Ministério de Defesa do Japão/Via Reuters Taiwan lutará até o fim se a China atacar a ilha, disse seu ministro das Relações Exteriores nesta quarta-feira (7), acrescentando que os Estados Unidos veem o perigo de isto acontecer em meio à pressão militar crescente dos chineses perto da ilha, o que inclui manobras de porta-aviões. Reivindicada por Pequim, Taiwan se queixa de atividades militares chinesas frequentes nos últimos meses – a Força Aérea da China faz incursões quase diárias na zona de identificação de defesa aérea taiwanesa. Na segunda-feira, a China disse que um grupo de porta-aviões estava se exercitando perto da ilha. Veja uma reportagem de 2019 sobre os desentendimentos entre China e EUA por causa de Taiwan. China pede que EUA não interfiram em relações com Taiwan "Com base no meu entendimento limitado dos tomadores de decisão americanos que acompanham os desdobramentos nesta região, eles veem claramente o perigo da possibilidade de a China lançar um ataque contra Taiwan", disse Joseph Wu aos repórteres na chancelaria. "Estamos dispostos a nos defender sem quaisquer dúvidas, e travaremos a guerra se precisarmos travar a guerra. E se precisarmos nos defender até o último dos dias, nós nos defenderemos até o último dos dias." Washington, o apoiador internacional e fornecedor de armas mais importante de Taiwan, vem impelindo Taipé a modernizar seus militares para que possa se tornar um "porco-espinho", difícil para a China atacar. Wu disse que seu país está determinado a aprimorar suas capacidades militares e gastar mais com a defesa. O Ministério da Defesa de Taiwan disse em um evento que realizará oito dias de jogos de guerra baseados na simulação de um ataque chinês com auxílio de computadores neste mês. Veja os vídeos mais assistidos do G1