Reino Unido anuncia sanções contra o comandante da junta militar por golpe de Estado em Mianmar

Seis militares de MIanmar foram proibidos de entrar em território britânico e de fazer negócios com empresas britânicas. O general Min Aung Hlaing em imagem de julho de 2018 Ye Aung Thu/AFP O Reino Unido anunciou nesta quinta-feira (25) que aplicará sanções a seis dirigentes da junta militar de Mianmar, incluindo o comandante do exército, Min Aung Hlaing, por seu papel no golpe de Estado militar de 1º de fevereiro. Entenda o golpe militar em Mianmar Os seis militares, proibidos de entrar em território britânico e de fazer negócios com empresas britânicas, se unem a outras 19 autoridades já punidas anteriormente pelo governo britânico por graves violações dos direitos humanos. G7 condena violência contra manifestantes em Mianmar Estas medidas "enviam uma mensagem clara ao regime militar de Mianmar: os responsáveis por violações dos direitos terão que prestar contas e as autoridades devem devolver o poder ao povo birmanês", afirmou o chefe da diplomacia britânica, Dominic Raab, em um comunicado. Alegando fraude nas eleições parlamentares de novembro, vencidas por ampla maioria pelo partido da chefe de Governo civil Aung San Suu Kyi, o exército birmanês a destituiu em 1º de fevereiro em um golpe de Estado. Houve respostas nas ruas com protestos, mas esses foram reprimidos. Na semana passada, Londres anunciou sanções a três generais, incluindo os ministros da Defesa, Mya Tun Oo, e do Interior, Soe Htut. Veja os vídeos mais assistidos do G1

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Seis militares de MIanmar foram proibidos de entrar em território britânico e de fazer negócios com empresas britânicas. O general Min Aung Hlaing em imagem de julho de 2018 Ye Aung Thu/AFP O Reino Unido anunciou nesta quinta-feira (25) que aplicará sanções a seis dirigentes da junta militar de Mianmar, incluindo o comandante do exército, Min Aung Hlaing, por seu papel no golpe de Estado militar de 1º de fevereiro. Entenda o golpe militar em Mianmar Os seis militares, proibidos de entrar em território britânico e de fazer negócios com empresas britânicas, se unem a outras 19 autoridades já punidas anteriormente pelo governo britânico por graves violações dos direitos humanos. G7 condena violência contra manifestantes em Mianmar Estas medidas "enviam uma mensagem clara ao regime militar de Mianmar: os responsáveis por violações dos direitos terão que prestar contas e as autoridades devem devolver o poder ao povo birmanês", afirmou o chefe da diplomacia britânica, Dominic Raab, em um comunicado. Alegando fraude nas eleições parlamentares de novembro, vencidas por ampla maioria pelo partido da chefe de Governo civil Aung San Suu Kyi, o exército birmanês a destituiu em 1º de fevereiro em um golpe de Estado. Houve respostas nas ruas com protestos, mas esses foram reprimidos. Na semana passada, Londres anunciou sanções a três generais, incluindo os ministros da Defesa, Mya Tun Oo, e do Interior, Soe Htut. Veja os vídeos mais assistidos do G1