Rede social Parler desiste de processo contra a Amazon nos EUA

Plataforma alegava que serviço de hospedagem da Amazon violou lei antitruste ao suspender sua conta. Imagem mostra aplicativo e página da rede social Parler Olivier Douliery/AFP A rede social Parler desistiu de processar a Amazon por ter retirado a sua plataforma do ar no início do ano. O site acusava o serviço de hospedagem Amazon Web Services (AWS) de violar leis antitruste, que garantem a concorrência. A decisão consta em um documento enviado à corte de Washington na noite da última terça-feira (2). A rede social não deu detalhes sobre o porquê da desistência. A Amazon suspendeu os serviços da Parler em 9 de janeiro, em meio a invasão ao Congresso dos Estados Unidos que deixou 5 mortos. A rede social foi utilizada por apoiadores do ex-presidente americano, Donald Trump, para incitar violência, segundo a companhia. A AWS disse que o Parler violou seu contrato ao ignorar repetidos avisos para lidar com o crescimento de conteúdo violento na plataforma, incluindo convocações para assassinar políticos democratas proeminentes, executivos de negócios e da mídia. Em 21 de janeiro, a Justiça Federal dos EUA rejeitou o pedido da Parler para que Amazon restaurasse a hospedagem da rede social na internet. Além da Amazon, Google e Apple também suspenderam a rede social, o que levou a plataforma a ser desativada da internet. Em 15 de fevereiro, a Parler voltou ao ar com "tecnologia independente". A rede social funciona apenas na versão web, já que os aplicativos para iPhone e celulares Android não estão disponíveis. Veja dicas de segurança digital

Rede social Parler desiste de processo contra a Amazon nos EUA

Plataforma alegava que serviço de hospedagem da Amazon violou lei antitruste ao suspender sua conta. Imagem mostra aplicativo e página da rede social Parler Olivier Douliery/AFP A rede social Parler desistiu de processar a Amazon por ter retirado a sua plataforma do ar no início do ano. O site acusava o serviço de hospedagem Amazon Web Services (AWS) de violar leis antitruste, que garantem a concorrência. A decisão consta em um documento enviado à corte de Washington na noite da última terça-feira (2). A rede social não deu detalhes sobre o porquê da desistência. A Amazon suspendeu os serviços da Parler em 9 de janeiro, em meio a invasão ao Congresso dos Estados Unidos que deixou 5 mortos. A rede social foi utilizada por apoiadores do ex-presidente americano, Donald Trump, para incitar violência, segundo a companhia. A AWS disse que o Parler violou seu contrato ao ignorar repetidos avisos para lidar com o crescimento de conteúdo violento na plataforma, incluindo convocações para assassinar políticos democratas proeminentes, executivos de negócios e da mídia. Em 21 de janeiro, a Justiça Federal dos EUA rejeitou o pedido da Parler para que Amazon restaurasse a hospedagem da rede social na internet. Além da Amazon, Google e Apple também suspenderam a rede social, o que levou a plataforma a ser desativada da internet. Em 15 de fevereiro, a Parler voltou ao ar com "tecnologia independente". A rede social funciona apenas na versão web, já que os aplicativos para iPhone e celulares Android não estão disponíveis. Veja dicas de segurança digital