Pela primeira vez, uma mulher toma posse como cacique do povo Xikrin do Cateté

Kôkôti Xikrin, de 28 anos, foi escolhida pelo pai e aprovada pela comunidade por sempre ter demonstrado interesse pelas questões do seu povo. Pela primeira vez, uma mulher toma posse como cacique dos Xikrin do Cateté Pela primeira vez, uma mulher tomou posse como cacique do povo Xikrin do Cateté. A cerimônia, ocorrida no sábado (20), em Parauapebas, teve a participação de representantes de 11 aldeias Xikrin, além de outras 43 aldeias Kayapó e de autoridades do município. Os Xikrin vivem em terra indígena localizada nos municípios Água Azul do Norte, Marabá, Parauapebas, sudeste do estado. A nação Xikrin reúne uma população de cerca de dois mil indígenas. Kôkôti Xikrin, de 28 anos, foi escolhida pelo pai e aprovada pela comunidade por sempre ter demonstrado interesse pelas questões do seu povo. Ela é casada, mãe de três filhos e vem de uma longa linhagem de caciques. “Agora, mesmo que as índias da nossa tribo não falem português, elas têm voz e têm força”, comemora a cacique.

Pela primeira vez, uma mulher toma posse como cacique do povo Xikrin do Cateté
Kôkôti Xikrin, de 28 anos, foi escolhida pelo pai e aprovada pela comunidade por sempre ter demonstrado interesse pelas questões do seu povo. Pela primeira vez, uma mulher toma posse como cacique dos Xikrin do Cateté Pela primeira vez, uma mulher tomou posse como cacique do povo Xikrin do Cateté. A cerimônia, ocorrida no sábado (20), em Parauapebas, teve a participação de representantes de 11 aldeias Xikrin, além de outras 43 aldeias Kayapó e de autoridades do município. Os Xikrin vivem em terra indígena localizada nos municípios Água Azul do Norte, Marabá, Parauapebas, sudeste do estado. A nação Xikrin reúne uma população de cerca de dois mil indígenas. Kôkôti Xikrin, de 28 anos, foi escolhida pelo pai e aprovada pela comunidade por sempre ter demonstrado interesse pelas questões do seu povo. Ela é casada, mãe de três filhos e vem de uma longa linhagem de caciques. “Agora, mesmo que as índias da nossa tribo não falem português, elas têm voz e têm força”, comemora a cacique.