Argentina tem recorde de casos de Covid e planeja toque de recolher

Governo prepara um toque de recolher noturno, com fechamento de bares e restaurantes à noite, e quer limitar o transporte público e a circulação de pessoas. Foto de 11 de março de 2021 mostra dançarinos de tango protestando contra novos protocolos para poderem trabalhar durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) na Argentina, do lado de fora do prédio do Ministério da Cultura do país, em Buenos Aires Agustin Marcarian/Reuters A Argentina confirmou 20.870 novos casos de Covid-19 em 24 horas, o maior número diário de infectados desde o início da pandemia, informou o Ministério da Saúde do país na terça-feira (7). O número mais alto até então havia sido registrado em 21 de outubro, quando foram confirmados 18.326 novos casos. O país teve também 163 novas mortes. O país é o 15º com mais infectados no mundo (2,4 milhões) e o 13º com mais óbitos (56 mil), segundo a Universidade Johns Hopkins. A província de Buenos Aires concentrou metade dos novos casos e também registrou recorde de infectados (10.402). O anterior havia sido em 31 de março deste ano (8.063). A ministra da Saúde do país, Carla Vizzotti, afirmou que a segunda onda da pandemia "já é um fato" e pediu o reforço dos cuidados pessoais. Segundo o jornal "El Clarín", o governo argentino prepara um toque de recolher noturno, para fechar bares e restaurantes à noite, e quer limitar o transporte público e a circulação de pessoas. Vacinação na Argentina Em meio ao avanço da segunda onda, a Argentina aplicou até o momento 4,4 milhões de vacinas contra a Covid-19, segundo o Our World in Data. O número equivale a 9,74 doses a cada 100 habitantes, número um pouco superior à média mundial (8,90), mas inferior ao dos vizinhos Brasil (10,75), Uruguai (24,95) e Chile (59,13). Apesar de ter tomado duas doses da vacina russa Sputnik V, o presidente argentino, Alberto Fernández, pegou Covid-19. Ele apresentou sintomas da doença e está em isolamento. Alberto Fernández, presidente da Argentina, recebe primeira dose da vacina Sputnik V em 21 de janeiro Reprodução/Redes Sociais VÍDEOS: novidades sobre vacinas contra a Covid-19

Argentina tem recorde de casos de Covid e planeja toque de recolher

Governo prepara um toque de recolher noturno, com fechamento de bares e restaurantes à noite, e quer limitar o transporte público e a circulação de pessoas. Foto de 11 de março de 2021 mostra dançarinos de tango protestando contra novos protocolos para poderem trabalhar durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) na Argentina, do lado de fora do prédio do Ministério da Cultura do país, em Buenos Aires Agustin Marcarian/Reuters A Argentina confirmou 20.870 novos casos de Covid-19 em 24 horas, o maior número diário de infectados desde o início da pandemia, informou o Ministério da Saúde do país na terça-feira (7). O número mais alto até então havia sido registrado em 21 de outubro, quando foram confirmados 18.326 novos casos. O país teve também 163 novas mortes. O país é o 15º com mais infectados no mundo (2,4 milhões) e o 13º com mais óbitos (56 mil), segundo a Universidade Johns Hopkins. A província de Buenos Aires concentrou metade dos novos casos e também registrou recorde de infectados (10.402). O anterior havia sido em 31 de março deste ano (8.063). A ministra da Saúde do país, Carla Vizzotti, afirmou que a segunda onda da pandemia "já é um fato" e pediu o reforço dos cuidados pessoais. Segundo o jornal "El Clarín", o governo argentino prepara um toque de recolher noturno, para fechar bares e restaurantes à noite, e quer limitar o transporte público e a circulação de pessoas. Vacinação na Argentina Em meio ao avanço da segunda onda, a Argentina aplicou até o momento 4,4 milhões de vacinas contra a Covid-19, segundo o Our World in Data. O número equivale a 9,74 doses a cada 100 habitantes, número um pouco superior à média mundial (8,90), mas inferior ao dos vizinhos Brasil (10,75), Uruguai (24,95) e Chile (59,13). Apesar de ter tomado duas doses da vacina russa Sputnik V, o presidente argentino, Alberto Fernández, pegou Covid-19. Ele apresentou sintomas da doença e está em isolamento. Alberto Fernández, presidente da Argentina, recebe primeira dose da vacina Sputnik V em 21 de janeiro Reprodução/Redes Sociais VÍDEOS: novidades sobre vacinas contra a Covid-19